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Em forte recuperação, investimentos estrangeiros mais do que dobram e Brasil é o sétimo colocado no ranking mundial


 O volume de recursos investidos no Brasil em 2021 (em números que levaram em conta somente os onze primeiros meses do ano) bateu na casa dos US$ 58 bilhões, colocando o país como o sétimo destino do dinheiro estrangeiro no ranking mundial, atrás apenas de EUA, China, Hong Kong, Cingapura, Reino Unido e Canadá.

Em relação a 2020, quando os investimentos foram de US$ 24,8 bilhões, os valores mais do que dobraram, em uma demonstração de que a recuperação em ‘V’ pós-pandemia, anunciada por Paulo Guedes, foi acertada.

Vale ressaltar que o Brasil ocupava a 4ª posição ao final de 2019, no primeiro ano do governo Bolsonaro, com US$ 65 bilhões investidos. A queda de mais de 60% em 2020 era prevista, após 10 meses de pandemia, portas fechando e um cenário mundial de fortes incertezas.

A retomada pode ser comemorada e a expectativa é de que, mesmo com as reformas paralisadas, com as privatizações em curso e os programas gigantescos de infraestrutura que estão sendo aprovados desde o ano passado, o país retome o quarto ou até mesmo o terceiro posto em investimentos estrangeiros, nos próximos 12 meses.

Em pronunciamento virtual ao Fórum Econômico Mundial de Davos, nesta sexta-feira (21), o ministro da Economia, Paulo Guedes ressaltou que o Brasil tem surpreendido o mundo com a agenda de reformas estruturais, programa de transferência de renda, digitalização dos serviços públicos e com a vacinação em massa.

Ele também adiantou que em caso de nova crise sanitária, o país sabe qual o protocolo a seguir e está pronto para driblá-la, com vacinas sendo produzidas aqui e prontas para serem exportadas aos países vizinhos.

Não importa o quanto a esquerda tente atrapalhar, boicotando, travando a economia, destruindo empresas e empresários, e tentando governar de forma paralela com o auxílio do ativismo judicial.

O governo de Jair Bolsonaro se sobrepõe a todas as dificuldades e carrega o Brasil para o futuro.

Cabe ao povo, nas urnas, permitir que os avanços continuem, ou então devolver o país ao retrocesso.