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Enfim 2022, no Bicentenário da independência, a luta pela Liberdade! (veja o vídeo)


 Enfrentamos o ano de 2021. Sim, eis o termo correto, enfrentamento, em todos os sentidos. Espiritual, cultural, intelectual, moral, juridicamente e efetivo. Sob a égide de um esqueleto guardado no sepulcro legislativo, com mais de setenta anos, a lei do impeachment, cito a lei 1079/50, o presidente eleito democraticamente e pela absoluta maioria dos votos, foi alijado de muitas de suas decisões por um grupo de togados que não tiveram um voto sequer.

No entanto, bradam democracia, como se toda virtude fosse derivada de suas magnânimas decisões, além de dizerem que respiram o propósito de promover o bem de todos.

Foi um ano intenso, tenso, de ansiedade e elocubrações das mais variadas, infelizmente, a maioria delas, contra liberdades individuais, fazendo concessões das mais abstratas, em nome de uma suposta segurança vacinal, que proporcionaria a segurança à saúde de todos, a despeito do resultado em futuras gerações.

Partidos políticos deixaram de fazer política e se tornaram verdadeiros bunkers jurídicos, procurando qualquer fato diverso de sua ideologia, na intenção de torná-lo típico, contra o presidente e seus ministros, polarizando ainda mais as consequências e ilações. Como resultado dessas ações, toda vez e sempre, há um único injustiçado, um único vitimado, um empobrecido esquecido, apesar de todo o coro insonso e inverídico brandido, quem perde é o povo brasileiro.

Sim, foi o povo brasileiro quem mais perdeu, porque, pela primeira vez na história, o povo viu um presidente que o defende, que sempre deixou de pensar em sua própria vida, em nome de pensar menos em Brasília e mais no Brasil. No entanto, esta casta criada para escalpelar o povo brasileiro sem que ele percebesse, continuou em plena pandemia, com toda pompa, circunstância e mordomia, a gastar dinheiro público como se fosse seu.

A classe política blindada, aliada ao judiciário, o velho sistema unido. À partir de então, partido político fica de olho no fundo eleitoral e em qualquer circunstância pra tirar o presidente da próxima disputa eleitoral.

O cenário político caótico, misturado à sanha “moderadora” da mais alta corte do judiciário, um sonho por eles alimentado, um pesadelo pro cidadão de bem e bem intencionado, o que sustenta aos dois com seu suor e seu sangue, além do tempo trabalhado.

O ano de 2022 chegou pra anunciar, enfim, a largada para a disputa eleitoral, trazendo esperança e aspirações, tanto quanto surpresas e aflições, ideias transitórias sem as devidas resoluções, promessas de salvadores da pátria, que até já ocuparam papéis de verdadeiros vilões, agora, travestidos de bons moços, falas mansas, ternos caros e seus carrões, narrativa empolada, truncada, gaguejada em um riso nervoso que entrega toda insegurança, dicção treinada, fonoaudiologia regiamente paga, estratégia de quem não traz, nunca trouxe e jamais trará a paz e a verdade, ao contrário, a brumada e a leviandade de quem só aguarda uma oportunidade de ser um novo ditador.

O ditador sonhado pela terceira via, ditador do politicamente correto, ditador de uma ufania utópica do todos por um, ninguém solta mão de ninguém, ele não, vacina boa é vacina no braço, fica em casa que a economia a gente vê depois, além do famigerado, você me põe em risco se não estiver vacinado, e agora, para as próximas projeções, há um surto porque não tomaram a quadragésima quinta dose.

É preciso entender que, tudo que diminui, tergiversa, violenta, aprisiona, controla, afugenta e torna inútil a liberdade individual, é em si mesma uma ditadura conceitual, uma forma de controle estatal, pra formar indivíduos menos questionadores, verdadeiros “aceitadores”, de qualquer comando, verdadeiros cordeiros de um rebanho dormente, que vai pro abate da mente, dizendo amém e nem sente, vai até bradando em alto e bom tom, é isso que eu quero, algoz, muito obrigado!

Em 2022 a batalha se acirra, o primeiro cuidado é aprender a ver, identificar, saber e expurgar os que fingem defender a reeleição de Bolsonaro. Eles são muitos. Eles fingem se importar. Eles fingem discordar do grande ladrão. Eles fingem lutar contra a corrupção. Eles fingem praguejar contra a ave enganadora.

Lembre-se, definitiva e atentamente, pra convencer o eleitor, eles precisam eleger um inimigo comum e se apresentar como um único e magnânimo salvador. Precisam disseminar o pânico e dizer que o futuro é tenebroso e aterrador, eles repetirão à exaustão, é melhor votar nulo do que sofrer esse dessabor. Isso dito por pessoas que mal se importam com o que pátria signifique e sequer se identifique, com um ideal de nação. Lembre-se, isso é método, estejais atento!

Tenha, então, em mente, pra evitar que o Brasil se torne uma Argentina ou uma Venezuela, e pare de andar pra frente, você tem uma única opção, será a nossa nova libertação, o bicentenário da independência, faremos uma nova independência, será, à brasileira, a nossa primavera, pois, é Jair ou já era!

Veja o vídeo: