“Tenho energia de 30 e tesão político de 20”, diz Lula sobre 2022

 


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenta, de modo incisivo, retomar os holofotes da política brasileira para si.


Aos 75 anos de idade, o petista busca emplacar aquilo que tanto criticou no adversário Jair Bolsonaro durante o pleito de 2018: a imagem de ‘salvador da pátria’.


Durante a sua passagem pela Região Nordeste do país, Lula tem reforçado a narrativa de que o Brasil está completamente abandonado, sem administração eficiente e, consequentemente, sem um presidente da República apto a conduzir o cargo.


O petista disse, inclusive, que o peregrinação pelo Nordeste foi só o começo.


“Se preparem: essa viagem ao Nordeste foi só o começo. O começo de uma longa caminhada. Longa, dura e provocativa. Acreditem quando falo tenho energia de 30 e tesão político de 20. Saibam que o filho de Dona Lindu não esmorece no meio do caminho. Se preparem que tem muita luta”, escreveu em publicação no Twitter.


Para Lula e os demais opositores do atual governo federal, o Brasil vive sob constante alerta —parcialmente marcado por um ‘extremismo conservador’ que não consegue dialogar com a sociedade brasileira— além de servir de desprestígio internacional diante do povos.


O que a oposição não traz à memória, é claro, é o fato de o país ter escolhido esta atual agenda conservadora para ser erguida e defendida em todo o território nacional.


Tanto se fala em Bolsonaro, tanto se frisa em Bolsonaro, mas pouco mencionam que ele não foi eleito por ser quem ele é, apenas. O que fez Jair Messias Bolsonaro chegar ao Palácio do Planalto foi, sem dúvidas, ter abraçado as bandeiras conservadoras sob a promessa de guiar o país sob tais convicções.


O Brasil, com exceção de Enéas Carneiro, nunca teve um representante que chegou tão próximo de alcançar o Planalto. Bolsonaro não só chegou perto, mas venceu aquele pleito tão turbulento de 2018.


De lá pra cá, o que se viu foi um vasto ataque coordenado dos opositores para deslegitimar o eleitorado conservador que, pela primeira vez na história, conseguiu bradar 57,7 milhões de votos em torno de seus ideais.


O cenário de 2018 evidenciou o que todos sempre desconfiaram: o Brasil é conservador. No entanto, não há nada tão estrondoso que possa representar os ideais dessa grande parte da população.


O Conexão Política, inclusive, é fruto desta sede da população, que nunca teve a devida atenção e, acima de tudo, representação.


Este veículo de comunicação é reflexo do que estão tentando fazer com os ideias conservadores: ações inconstitucionais, censura, mordaça, perseguição.


A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia é a prova do que evidencio ao longo deste curto texto, fazendo com o que o Conexão Política fosse alvo das investigações sem ter absolutamente nada de ilegal.


Apesar de a CPI ter aprovado a quebra dos nossos sigilos bancário e fiscal, este jornal digital apresentou, de forma voluntária, antes que as informações fossem transferidas ao colegiado, todos os dados relativos às finanças deste veículo de comunicação.


Em verdadeira prova de transparência aos nossos leitores e para com as instituições brasileiras, e mais uma vez cientes de que não há o que esconder em nossas atividades empresariais, os comprovantes constam disponíveis aos senadores que integram a Comissão, e já aparecem, inclusive, nas movimentações de atividade legislativa junto ao site do Senado Federal na internet.


Por se tratarem de documentos sigilosos, protegidos pela legislação deste país, o acesso aos extratos encontra-se restrito aos membros da CPI. As documentações entregues aos congressistas apenas atestarão o que este veículo afirma desde a sua fundação: somos totalmente independentes e jamais recebemos nenhuma receita de forma ilícita nem qualquer espécie de verba pública ou oriunda de partidos políticos.


Em tese, um governo tem o dever de governar para todos. E sempre que os anseios da maioria estiverem em oposição aos de uma minoria, deve-se optar pela visão majoritária, zelando pelos direitos fundamentais da maioria, é claro. Propriedade, vida, liberdade de opinião, garantia individuais, direito e de ir e vir, etc.


O que temos vivenciado, no entanto, é uma dita ‘democracia moderna’ que visa, de modo feroz, impor e consolidar os costumes da minoria e, consequentemente, destruir por completo os costumes e heranças da maioria.

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