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Eleições 2022: a oposição quer o poder acima de tudo e a corrupção acima de todos

 


O Brasil está em ano de eleições. Em outubro serão disputadas vagas para deputado estadual, deputado federal, senador e presidente. Momento propício para avaliação da personalidade dos candidatos e fazer as melhores escolhas.

Vindos de uma arena de polarização entre direita e esquerda desde as eleições de 2018, as rixas entre os presidenciáveis e seus apoiadores prometem ativar o vulcão eleitoral de 2022.

Bolsonaro venceu as eleições porque suas ideias encontraram ressonância em mais de 57 milhões de eleitores, que insatisfeitos com a velha política demagoga, apostaram na autenticidade do então candidato. Mesmo com a vitória esmagadora, o presidente não foi aceito por todas as pessoas e instituições que tiveram algum tipo de perda ocasionada, seja pelo corte de verbas ou pela interrupção da possibilidade de corrupção.

Como se não bastasse essa rejeição, a natureza resolveu dar uma ajudinha “criando o monstro coronavírus”, e desde então, o presidente eleito vem sendo atacado e acusado de genocida entre outras coisas.

Sob pretexto de uma pseudodemocracia, punições e censura só são aplicadas aos apoiadores do executivo.

Sobrevivente de todo tipo de perseguição, calúnias, cancelamento e assassinato de reputação, o presidente vem sendo motivo de preocupação pela real possibilidade de ser reeleito.

É neste contexto de proximidade das eleições que chamo a atenção para a constatação de que os candidatos de oposição são a velha política, que sedenta de poder, estão dispostos a tudo para TOMAR DE VOLTA O PODER.

Há, pois, uma necessidade de avaliar o perfil desses candidatos para constatar de antemão, que a maioria são corruptos e ou criminosos em alguma instância.

Com base nos livros de psiquiatras como dr Lyle H. Rossiter, autor do livro: “A mente Esquerdista” e o Dr. Andrew Labagzenski, autor do livro “Ponerologia: Psicopatas no Poder”. o autor diz que a ponerologia é a ciência que estuda a gênese do mal e aponta os caminhos para combatê-lo. Portanto, apresento aqui os principais pontos abordados, para subsidiar os interessados em promover as mudanças no cenário político nacional.

Chamam a atenção para o fato de que a história está repleta de exemplos de homens psicopatas que ocuparam o poder tiranizando seus povos e deixando legados de terror.

Afirmam também que a maioria dos líderes da atualidade apresentam traços de psicopatia.

São viciados em PODER. Ocupam cargo de alto escalão porque a personalidade deles tem inclinação para o coletivismo, interessa-lhes as massas, grupos distintos e organizados. A longo prazo, o indivíduo passa a pensar em “nós” e não “em mim”. A partir desta fase, a pessoa, de tão coletivizada mentalmente se confunde com o grupo a que pertence. Podem chegar ao ponto de dar até a sua vida por ele. Não lhes interessa um indivíduo autônomo com gostos pessoais e preferências, pois, esse pode pôr em risco seu projeto de poder.

Na condição de psicóloga clínica, é meu dever alertar que a psicologia possui instrumentos psicológicos de alto nível de fidedignidade para diagnóstico da psicopatia. Contudo, raramente um psicopata chega a um consultório de psicologia ou de psiquiatria. Mas, sabemos que eles estão em toda parte: nas escolas, universidades, empresas, igrejas e, principalmente ocupando cargos políticos. Muitos são psicopatas por natureza hereditária, outros, por modelagem.

Há diferentes tipos e classificação de psicopatas. Alguns além desse diagnóstico, há os que apresentam outras doenças como comorbidades.

As pessoas leigas têm uma visão hollywoodiana do que seja um psicopata. Essa visão não corresponde à realidade, pois, tipos como assassino em série são raros. O psicopata dos filmes fica furioso quando a mocinha descobre que ele matou a mãe e a colocou no porão. Descobrir sua verdadeira natureza pode ser realmente perigoso.

O Dr. Lobaczewski observa que uma nação quando está sob o controle de mentes ponerogênicas as relações humanas têm a tendência de se degenerarem por completo e serem rebaixadas ao nível da obscenidade, universalizando condutas como a vulgaridade estética, a traição e a delação. As leis, obviamente, acompanham o todo da degradação nacional, servindo cada vez mais a interesses escusos, utilizadas para facilitar negociatas e para a corrupção. É como se as características psicológicas dos Homens de Estado fossem transmitidas para toda a sociedade, ou para grande parte dela, a corrompendo e prejudicando fortemente.

Esse tipo de governo instiga a regressão dos instintos humanos.

Ora, será que isso explica o comportamento de grande parte da geração atual? Onde a delação e a traição parecem legalizadas?

Mas, afinal o que é um psicopata? E por que é importante identificar e extirpar esse tipo das posições de poder?