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Com mercado em polvorosa, Meirelles se arrepende de apoio a Lula e abandona o barco em meio à tempestade


“Lula dilmou”.

Essa foi a conclusão do ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, durante encontro com clientes do banco BTG Pactual, em evento realizado nesta quinta-feira (10).

A notícia reproduzida pelo portal O Antagonista traz mais detalhes do que foi dito por Meirelles, como o motivo pelo qual Lula havia se recusado, até hoje, a falar de economia:

Hoje, começou a falar. Aí, ele começou a sinalizar uma direção à Dilma. Estou pessimista, não tenha dúvida, só posso dizer uma coisa a todos vocês: boa sorte”, disse Meirelles, segundo o Antas.

As críticas a Lula sinalizam, no abandono do barco do futuro governo, que já começa à deriva e com muitas tempestades à frente, o arrependimento de quem percebeu o desastre que está por vir.

No encontro que teve com parlamentares, Lula foi claro ao dizer que não pretende respeitar a continuidade do ajuste fiscal, segundo ele, porque o seu governo ‘tem que combater a fome’ e vai precisar de dinheiro para tanto.

Uma falácia que vai na contramão dos índices recentes divulgados, por exemplo, pelo Banco Mundial, que apontou o recuo da miséria no Brasil ao patamar mais baixo de sua história, desde a República

Lula, que ainda não teve 'a coragem' de anunciar o nome de seu ministro da Fazenda, chega ao governo de transição praticamente exigindo que se fure o teto de gastos em R$ 200 bilhões, só para cumprir suas promessas de campanha.

Vale lembrar que o governo Bolsonaro, vejam só, só foi fazer o mesmo, utilizando R$ 240 bi além do orçamento, e com o apoio do congresso, para ter como enfrentar dois anos de pandemia, na mais séria crise social, de saúde e econômica dos últimos 100 anos.

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