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Ministros do STF sofrem pressão da sociedade civil nas ruas e aumentam o número da segurança armada


Após quatro anos de determinações contra o Governo Federal e a decretação da vitória do ex-presidiário Lula (PT) nas eleições presidenciais de 2022, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estão com receio de sair às ruas e querem reforçar a segurança armada.

Os togados da corte abriram uma licitação para contratar - nada menos - que 93 novos seguranças para reforçar o apoio dos que já estão trabalhando em Brasília ao preço de R$ 15,2 milhões.

O contrato dos novos seguranças vai durar um ano e eles andarão fortemente armados com colete à prova de bala, pistola 380 semi-automática e lanterna holofote 25 LED recarregável.

Esse reforço milionário na segurança será utilizado para os ministros e familiares.

Interessante é que a compra de armamento e a contratação de seguranças armados é realizada após o próprio STF derrubar decretos do atual presidente Jair Bolsonaro (PL), que flexibilização a aquisição desses itens para a sociedade civil devidamente amparada.

Os magistrados barraram a medida alegando que "só por razões pessoais e profissionais" esse direito deveria ser mantido a apenas algumas pessoas.