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Pela primeira vez, uma rede social cobra o STF e pede acesso a processo


A rede social Gettr quer ter acesso ao processo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a remoção da conta da deputada federal Carla Zambelli da plataforma. Para isso, a empresa sediada nos Estados Unidos acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) dizendo que o motivo da decisão não pode ficar em sigilo.

"Não se pode haver sigilo para quem é efetivamente legítimo interessado ou parte na causa", diz trecho da ação apresentada à Suprema Corte brasileira.

Para a direção da Gettr, não ter acesso ao processo “inviabiliza até mesmo a escolha do mecanismo de defesa a ser utilizado”.

Isso é uma gota de coragem, no oceano de covardias que se tornaram a imprensa e as Redes Sociais no Brasil que não apenas aquiescem mas aplaudem a censura, cada vez mais generalizadas.

Além da conta de Zambelli nesta rede, o perfil da parlamentar também foi removido do Facebook, do Instagram, do Twitter, do TikTok, do LinkedIn, do YouTube, do WhatsApp e do Telegram a pedido do TSE.

Criada por um ex-assessor do ex-presidente dos EUA Donald Trump, o Gettr tem a liberdade de expressão como defesa principal e é utilizada especialmente por conservadores que são perseguidos e silenciados em outras redes sociais. Essa postura libertária e democrática tem levado a Gettr registrar um crescimento explosivo em sua base de usuários brasileiros desde o segundo turno da eleição.

Foram 204 mil novos inscritos no período entre 30 de outubro e 6 de novembro, segundo o CEO da rede, o americano Jason Miller, ou aumento de 20% em apenas uma semana.

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