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Há dois anos, Barroso listava crimes do PT e defendia prisão de corruptos da Lava Jato (veja o vídeo)


Em uma entrevista à jornalista Vera Magalhães no programa Roda Viva da TV Cultura, em junho de 2020, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, mostrava toda sua indignação contra os escândalos de corrupção que pilharam o país, durante os anos em que o PT de Lula e Dilma ocupou a cadeira do Palácio do Planalto.

"O que aconteceu na Petrobras foi crime mesmo, não foi política", disse o ministro, que prosseguiu, listando ainda outros atos de corrupção em série cometidos pelas gestões petistas:

"O que aconteceu na Eletrobrás foi crime mesmo, o que aconteceu na Caixa Econômica Federal foi crime mesmo, o que aconteceu no crédito consignado foi crime mesmo, o que aconteceu nos fundos de pensão foi crime mesmo", disse.

Barroso foi ainda mais fundo e revelou o que pensa dos que estão envolvidos em corrupção:

"A gente não deve criminalizar a politica e nem politizar o crime, mas gerente devolvendo 150, 180 milhões de reais, não é possível alguém achar isso natural, isso não é política isso é bandidagem".

Cerca de um ano depois, entretanto, Barroso seguia o voto da maioria do STF pela anulação dos processos e das penas de Lula na Lava Jato, e ajudou a abrir as portas para que o ex-condenado ressurgisse na cena política, candidatando-se novamente, com o objetivo de voltar à cena do crime.

Levando-se em conta que a opinião do magistrado sobre a corrupção e quem a pratica continua a mesma, o que teria levado a uma mudança tão drástica de ‘atitude’?

Veja o vídeo:

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