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Lula vai sentir na pele o peso da impopularidade e as consequências podem ser graves


Quando Joe Biden assumiu a presidência dos Estados Unidos em janeiro de 2020, foi sob forte desconfiança. Lá, a exemplo daqui, a grande mídia agiu em consórcio contra o presidente Trump e atingiu seu objetivo, elegeu o candidato mais à esquerda. A um custo altíssimo para o povo americano.

Antes das eleições, um laptop do filho de Joe Biden foi entregue às autoridades americanas com provas cabais de corrupção e conluio com nações inimigas – o que nos EUA se for enquadrado como alta traição pode resultar em pena de morte. Apenas um veículo denunciou o escândalo (calma amigo socialista, não foi a Jovem Pan, nem o Jornal da Cidade Online, dessa vez), o centenário jornal New York Post.

Prontamente o consorcio de mídia se enfileirou para desacreditar o decano dos jornais norte-americanos, fundado em 1801.

Por fim, Biden assumiu sob fortes protestos que envolveu até uma inédita invasão ao Capitólio, dias antes de sua posse, que resultou na morte de cinco cidadãos americanos.

Apesar de todo apoio da grande imprensa e das Big Techs (as grandes redes sociais) Joe Biden tem rejeição recorde, hostilizado por onde vai dentro do seu próprio país. Pressionado dessa forma, seu governo não poderia ser pior com uma crise migratória, inflação recorde, crise energética, desemprego em alta e com o país gastando bilhões de dólares do contribuinte para financiar uma guerra na Ucrânia, que a maioria dos americanos nem sabe onde fica.

A SINA DO BRASIL: REPETIR OS EUA COM ALGUM DELAY

O analista político Percival Puggina foi profético na sua definição sobre o 2º turno da corrida presidencial “O país marcou hoje, um reencontro com o passado. Estamos voltando a 2003, quando Lula e seu partido assumiram o Brasil com a economia arrumada pelo Plano Real (á que havia se oposto) e o perderam em 2016, numa mistura sinistra de inflação, depressão e corrupção”.

As eleições de 2022 no Brasil, lembram uma paródia malfeita das eleições americanas de dois anos atrás, com censura à parlamentares, jornalistas, cantores e até um PhD em Harvard, o emérito professor Marcos Cintra – cabe lembrar que mesmo antes de ser ‘derrotado’ o presidente dos EUA à época, Donald Trump foi censurado em todas as redes sociais. E uma única rede que se aventurou a dar voz a ele, a PARLER, simplesmente foi implodida, isso mesmo o jogo é bruto lá e aqui. À época, a PARLER tinha 13 milhões de usuários e valia U$ 1 bilhão de dólares.

Nesse clima pra lá de tenso com manifestações e greves pipocando por todo país, inclusive em redutos petistas como Recife e o interior paraense, o país assiste incrédulo o mentor não de um, mas de dois esquemas de corrupção de proporções bíblicas, o Mensalão e o Petrolão/Lava-Jato, se preparando para tomar posse.

Como dizia o principal locutor da líder do ‘consorcio de imprensa’:

– É dose pra cardíaco, amigo!

Lula que se cuide...