Em relato estarrecedor, jornalista aponta deplorável e perigoso estado emocional de Lula (veja o vídeo)

Caio Tomahawk


 Que o ex-presidiário Lula não parece nada bem, não é de hoje.

Sua saúde vem apresentando problemas que não podem ser escondidos ou disfarçados, como o câncer na garganta, que juram já estar curado, ou o recente quadro de pneumonia que o fez adiar o embarque para a China, marcado para este final de semana, entre outras escapadas para consultas no Hospital Sírio Libanês e alguns sumiços mal explicados.

Sua aparência denota algo ainda mais assustador. Lula mirrou e parece andar cambaleante, sempre procurando para onde ir ou aguardando que alguém indique o caminho.

Aliado a isso, nota-se também um estado emocional deplorável. São palavras desconexas em discursos sem sentido e quase sempre com frases e pensamentos que fogem totalmente ao assunto em questão.

Normalmente, são ataques em que os alvos prediletos são o ex-presidente Jair Bolsonaro ou o atual senador Sérgio Moro, seu algoz nos processos da Lava Jato, quando ainda era juiz.

Lembranças amargas que parecem rondar sua mente o tempo todo e que denotam desejo de vingança.

Esse quadro, que já pode ser considerado patológico, é relatado pelos que convivem diariamente com o descondenado, ainda na época da campanha e, mais ainda agora, no ambiente do Palácio do Planalto.

É o que revela a jornalista da CNN Brasil, Raquel Landim, segundo o que conseguiu apurar entre os mais próximos de Lula:

“Assim que ele ganhou a eleição ele chorava continuamente. Tem vários episódios em que ele dava declarações muito fortes, parecia que ele tinha ganhado com uma margem de 70 a 80% dos votos, comprando várias brigas não só com o mercado financeiro, mas diversas brigas. E os relatos que a gente tem das pessoas que estão em volta dele é que ele estaria muito sensível. E aí a gente vê uma declaração como essa”, diz Landim, ao analisar as mais recentes declarações de Lula sobre 'vingança'.

É preciso que o Congresso Nacional tome uma atitude urgente, talvez solicitando que o presidente se submeta à análise de especialistas, para que se constate, ou não, uma possível incapacidade ou limitação intelectual que o impeça de permanecer no cargo.

Claro, até que o iminente processo de impeachment por improbidade administrativa seja aprovado e o afaste definitivamente.

Que situação!

Veja o vídeo:

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