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 Gabriela Hardt assumiu a posição de juíza substituta na Operação Lava Jato e, em maio deste ano, passou a ser responsável pelos processos em caráter permanente, após o afastamento de Eduardo Appio. Antes disso, ela havia assumido a liderança da 13ª Vara Federal de Curitiba após a saída de Sérgio Moro, que se tornou ministro do governo de Jair Bolsonaro.

No entanto, em junho, Hardt deixou o cargo e foi transferida para a 3ª Turma Recursal do Paraná, onde atualmente julga casos previdenciários e assistenciais. Para ocupar o seu lugar na Lava Jato, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) designou o juiz Fábio Nunes de Martino.

O procedimento disciplinar aberto pelo CNJ é uma medida importante para averiguar as acusações feitas contra a juíza Gabriela Hardt. Será fundamental que ela apresente sua defesa dentro do prazo estipulado, a fim de esclarecer os fatos e permitir que a investigação siga seu curso.

É necessário ressaltar que a imparcialidade e a transparência são princípios fundamentais do sistema judicial, e qualquer denúncia de violação desses princípios deve ser devidamente apurada. O procedimento disciplinar do CNJ tem como objetivo assegurar a lisura dos processos e a confiança da sociedade na Justiça.

Acompanharemos o desenrolar desse caso e aguardaremos o desfecho do procedimento disciplinar para obter mais informações sobre as conclusões do CNJ em relação às acusações contra Gabriela Hardt.

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