BOLSONARO: "espero que o grande Lula, pai dos pobres, vete o projeto", sobre taxação e importados

O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrentou uma multidão entusiasmada em São Bernardo do Campo, São Paulo, durante sua participação na campanha "Unidos pelo Rio Grande do Sul". Bolsonaro aproveitou o momento para rebater críticas e lançar acusações contra a extrema-esquerda, especialmente relacionadas à recente taxação de compras de importados aprovada na Câmara dos Deputados.


Ao discursar para seus apoiadores, Bolsonaro enfatizou sua discordância com a medida aprovada pelo PT, destacando que durante seu mandato, sua política foi de redução de impostos, especialmente para os mais humildes. Ele reforçou sua posição ao mencionar que foi o responsável por dobrar o limite de isenção no Free Shop, além de destacar sua resistência à taxação de produtos comprados em plataformas como Shopee, Aliexpress e Shein.


"O Brasil do Lula: aumento de impostos e taxas, principalmente aos mais humildes. O chefe conseguiu enganar a todos os seus", declarou Bolsonaro, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Bolsonaro também apontou para a necessidade de buscar soluções alternativas para lidar com a concorrência dos produtos importados, como a redução de impostos para produtos nacionais e uma fiscalização mais eficaz. Ele ressaltou que o projeto de taxação é do PT e não de sua autoria, expressando a esperança de que Lula, caso o projeto seja aprovado pelo Senado, vete a medida.


Além das críticas à taxação de importados, Bolsonaro destacou outros aspectos de sua gestão, como a resolução da questão do DPVAT e a redução de impostos sobre combustíveis e gás de cozinha, medidas que, segundo ele, foram revertidas pelo governo atual.


Enquanto Bolsonaro prosseguia com seu discurso político, a multidão presente mostrava seu apoio com gritos de "volta, Bolsonaro" e "fora Lula", além de entoarem o tradicional slogan "Lula, ladrão, seu lugar é na prisão".


Entretanto, o evento também serviu como palco para denúncias sobre o que Bolsonaro chamou de "ditadura da toga". Ele mencionou casos de censura a jornais, parlamentares e influenciadores, além de destacar a situação da Folha Política, que teve sua sede invadida e seus equipamentos apreendidos por ordem judicial.


Bolsonaro encerrou seu discurso reiterando a importância do apoio à campanha de arrecadação para as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul, um gesto que, segundo ele, reflete seu compromisso com o bem-estar da população.


Enquanto isso, a Folha Política continua sua batalha contra a censura e as retaliações do governo, buscando manter seu compromisso de fornecer informações sobre os três poderes e defender os valores conservadores e as propostas de direita.


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